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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

OS CINCO BUDAS

Olá irmãos
Que a paz de Oxalá esteja com todos
Bem irmão estamos no mês das crianças, e esta linha está intimamente ligada a linha do Oriente, alguns criticam os ensinamento orientais, dizendo que os ensinamentos não tem ligação com nossa religião, mas digo irmãos que é uma bobagem pois qualquer ensinamento que aumente nosso conhecimento ou melhore nossa vida. Um ensinamento muito legal é "Os cinco Budas".
Os Cinco Budas da Meditação (do sânscrito ध्यानि , transl. Dhyani, "concentração") são os Budas principais de cada uma das cinco famílias do budismo tibetano.

Os Cinco Budas são:

Vairochana ou Samanthabadra, da família Buda;
Vairochana ou Samanthabadra, (japonês: Dainichi Nyorai), é o Buda do Centro, entre os cinco budas da meditação. É o buda que manifesta os fenômenos. Mestre da família Buda, representa o Adi-Buda, que é a essência de todos os budas, do qual emanam os cinco budas da meditação.

Sua cor é branca, contudo, quando se trata de Samanthabadra, então a cor é azul. Seu símbolo é a roda e sua sabedoria é absoluta. Sua consorte é Dhatvisvari. Por manisfestar todas as coisas, seu agregado é a forma material, ou corpo (sânscrito: rupa).
Na doutrina dos três kayas, correponde ao Dharmakaya, isto é à verdade e ao corpo do Buda.
Ratnasambhava da família Ratna (Preciosa);
Ratnasambhava (em tibetano: Rin Chen Jung Den; em japonês: Hosho niorai) é um dos Cinco Budas da Meditação, sendo o Buda da direção Sul, de cor amarela, líder da família Preciosa (Ratna). Sua consorte é Locana. Representa a mente do Buda.

Amitaba da família Pema (Lótus);
Amitaba ou Amitabha é um dos Cinco Budas da Meditação, sendo o buda principal da família de Lótus (em tibetano: Pema), da direção Oeste, de cor vermelha, que purifica o karma do desejo. O animal associado é o pavão e seu elemento fogo, seu agregado é a percepção. Representa a sabedoria discriminativa dos Budas. Sua sílaba sagrada em tibetano é Hri. Sua consorte é Mamaki, que representa a propriedade do que é sólido.

Amitaba tem um especial comprometimento com a iluminação de todos os seres, sendo conhecido como o Buda da transferência da consciência na hora da morte, a passagem pelo bardo da morte, sendo objetivo dos que o cultuam alcançar a iluminação ou renascer na Terra Pura de Amitaba, de onde se alcança a iluminação.
No Tibete é conhecido por Od Pagme e no Japão por Amida Niorai (阿弥陀如来, あみだにょらい), sendo o mantra do Buda Amida em japonês conhecido por nenbutsu, como contração de Namo Amida Butsu. Acredita-se que a repetição do nenbutsu leva ao renascimento na Terra Pura de Amitaba. A devoção ao renascimento na Terra Pura de Amitaba originou no Japão o Budismo Terra Pura.
No budismo vajrayana praticamente todas as divindades representadas na cor vermelha pertencem à família Lótus e em geral, em sua iconografia, possuem uma pequena imagem do Buda Amitaba sobre suas cabeças, indicando serem uma emanação em relação a Amitaba.
Akshobya da família Vajra (Diamantina);
Akshobya ("O Impassível", em sânscrito; em tibetano: Mi truk pa ou Mi kyob pa; em japonês: 阿閃如来, transl. Ashoku niorai) é um dos Cinco Budas da Meditação.

É o Buda da direção leste, de cor azul, líder da família Vajra. Sua consorte é Pandaravasini, embora também Locana possa ser indicada.
Como Buda da direção leste, as práticas de Akshobya em geral são relacionadas ao nascimento.
 
Amogasidi da família Karma. 
Amoghasiddhi (em sânscrito, "poder infalível") é o quinto Buda Dhyani. Representa a realização prática da sabedoria dos outros quatro Budas Dhyani. Ele é descrito como o Buda Dhyani da realização da Senda do Bodisatva. Um bodisatva é aquele que renunciou à felicidade do nirvana com um voto de primeiro libertar todos os seres.

Amoghasiddhi é o Buda Dhyani do Norte. Sua cor é verde, significando o Sol à meia-noite. Governa o elemento ar e corporifica o skandha da volição, também chamado o skandha dos fenômenos mentais ou tendências da mente. Seu símbolo é o vishvavajra, ou vajra duplo, representado entre Amoghasiddhi e Vairochana nessa mandala. É feito com dois vajras cruzados e simboliza a mais alta compreensão da verdade e o poder espiritual de um Buddha.
O trono de Amoghasiddhi é sustentado por garudas, figuras míticas, metade homem, metade pássaro. Em relação a Amoghasiddhi, Lama Govinda diz que o garuda simboliza "o homem em transição rumo a novas dimensões de consciência... a transição do humano para o estado super-humano, que toma lugar na misteriosa escuridão da noite, invisível aos olhos."
O mudra de Amoghasiddhi, formado aqui pela sua mão direita, é o abhaya mudra. É o gesto do destemor e da proteção. O bija de Amoghasiddhi é Ah e seu mantra é: Om Amoghasiddhi Ah.
A cada família é associada uma cor, um animal, um dos cinco elementos e uma direção. Cada Buda possui uma consorte, um tipo de sabedoria e está associado a um dos agregados que compõem nosso mundo visível.
Por exemplo, há quem considere a consorte de Amitaba como Tara ou como Pandaravasini e não Mamaki, portanto, representa apenas uma possibilidade entre muitas que se encontram nas diferentes escolas do budismo. O mesmo ocorre com os nomes dos Budas, em particular Akshobya que é muitas vezes denominado Vajrasatva. Para alguns trata-se do mesmo Buda, para outros, não. Às vezes um mesmo nome ocorre tanto para um Buda como para um bodisatva, como é o caso de Samanthabadra

Que Oxalá nos abençoe sempre
Saravá   .'.
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CAMINHO... "Sim, seu caminho é a Umbanda enquanto você valorizar a experiência espiritual com os Orixás, Guias e Mensageiros do Astral que se desdobram em muitas formas para te auxiliar. Seu caminho é e sempre será a Umbanda, enquanto você acender uma vela e sentir que ela fala contigo, enquanto você escutar o som do atabaque e seu corpo aquecer num compasso de vibrações e arrepios, enquanto você sentir o aroma das ervas transmutadas em fumaça ao contato com a brasa incandescente e for acometido da sensação de estar sendo transportado para outro lugar, a Umbanda continuará sendo seu caminho enquanto o brado dos Caboclos te arrepiar, o silêncio dos Pretos Velhos te emocionar, o gracejo dos Baianos te alegrar, a sinceridade dos Exus te curvar, a simpatia das Pomba Giras te atrair e a ciranda dos Erês te relembrar que, apesar dos pesares, o mais importante é não perder a pureza das crianças. Sim, seu lugar é no Templo que frequenta, enquanto os espíritos regentes ainda forem referências de aprendizado, enquanto você sentir saudade ao final de cada gira, enquanto os objetivos espirituais e materiais também forem os seus objetivos, enquanto o sentimento de irmandade não se dissipar facilmente em momentos de atritos e conflitos naturais, enquanto você preservar o respeito e lealdade ao seu Sacerdote ." - Sr. Caboclo Tupinambá

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