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quarta-feira, 10 de março de 2010

O MITO DE PROMETEU


Olá Irmãos

Que a paz de Oxalá esteja com todos


Pois bem irmãos pesquisando outros mitos para a postagem, achei o Mito sobre prometeu, em princípio achei parecido com o mito sobre Oxalá na África, porém pesquisando mais a fundo notei como é parecido com a história de Lucifér. Segue abaixo este texto muito interessante:


Segundo Hesíodo foi dado a Prometeu e seu irmão Epimeteu a tarefa de criar os homens e todos os animais. Epimeteu encarregou-se da obra e Prometeu encarregou-se de supervisioná-la. Na obra, Epimeteu atribuiu a cada animal os dons variados de coragem, força, rapidez, sagacidade; asas a um, garras outro, uma carapaça protegendo um terceiro, etc. Porém, quando chegou a vez do homem, formou-o do barro. Mas como Epimeteu gastara todos os recursos nos outros animais, recorreu a seu irmão Prometeu. Este então roubou o fogo dos deuses e o deu aos homens. Isto assegurou a superioridade dos homens sobre os outros animais. Todavia o fogo era exclusivo dos deuses. Como castigo a Prometeu, Zeus ordenou a Hefesto que o acorrentasse no cume do monte Cáucaso, onde todos os dias uma águia (ou corvo) dilacerava seu fígado que, todos os dias, regenerava-se. Esse castigo devia durar 30.000 anos.
Prometeu foi libertado do seu sofrimento por Hércules que, havendo concluído os seus doze trabalhos dedicou-se a aventuras. No lugar de Prometeu, o centauro Quíron deixou-se acorrentar no Cáucaso, pois a substituição de Prometeu era uma exigência para assegurar a sua libertação.
A história foi teatralizada pela primeira vez por Ésquilo no século V a.C. com o título de Prometeus desmotes (Prometeu Agrilhoado/Acorrentado).

Lucifér é um dos personagens mais temidos da história da humanidade, cuja descrição horripilante se enriqueceu de detalhes, cada vez mais sórdidos, com o passar dos séculos. Mas qual a origem do mito de Lúcifer, criado pela Igreja??
Os cristãos apelam para a tradução da Bíblia Vulgata, do século IV, feita do hebraico para o latim, que citando um texto de Isaías, vêem a alusão ao Anjo caído que teria desafiado a Deus, embora o texto, em estilo poético, se refira claramente, segundo o contexto, a um rei da Babilônia. O texto de Isaías, em que se basearam os exegetas cristãos para a criação do Diabo é o seguinte:

"Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! [como] foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!
E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao éu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda dos lados do norte.
Subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo."
(Isaías 14: 12-14)





As expressões estrela da manhã e filho da alva, em hebraico Helel Ben-Shahar (“o Brilhante Filho da Aurora”), foram traduzidas para o Latim como Lúcifer, ou Aquele que traz a Luz. Em hebraico, era a forma poética de se referir a Vênus, o planeta brilhante que aparecia antes do Sol nascer no leste, e que parecia “trazer” a Luz, ou anunciá-la. O profeta Isaías se referiu, de forma irônica, a um rei babilônico e sua soberba, usando essa expressão.

Os cristãos levaram em conta, decisivamente, para formular sua teoria de Diabo-Lúcifer, apenas essa passagem. Pois, a rigor, não há nenhum texto que aluda explicitamente à Lúcifer como rei do Inferno. Repito, a rigor, apenas uma metáfora é usada como instrumento de intimidação dos fiéis. É uma doutrina dualista, que separa tudo em bem e mal, em luz e sombra irreconciliáveis, que torna cada ato humano passível de condenação eterna. Uma vida com medo dum Inferno que eles nunca viram e nem podem assgurar que exista realmente. E essa vida de medos, na minha opinião, não é a vida livre que Jesus disse que a Verdade nos traria. Acorrentados a dogmas e a leis. Uma vida sem indulgências, em que o único perdão possível consiste na adesão e confissão numa das milhares denominações cristãs que alegam, cada uma a seu modo, ter o “ministério” de Cristo. Jesus não nos livrou do pecado. Ele nos livrou da culpa do pecado, do pecado que não existe. O inferno não existe, e há muito tempo a Igreja deixou de considerar o Inferno como um local para clamá-lo como o estado de afastamento de Deus. Sendo assim, o inferno pode ser aqui ou ali, pode estar dentro de mim ou de você. O inferno é aqui e o Paraíso também.
Mas, voltando ao assunto…sim, há muitos outros mitos que se referem a Lúcifer, metaforicamente, em culturas como a grega. Nesta última, Lúcifer é claramente identificado no mito de Prometeu, o titã que, por amor aos homens, roubou o fogo da sabedoria dos deuses do Olimpo.
Assim, como Prometeu, não tem a aparência hedionda que acabou incorporando na Idade Média, criada pelas mentes doentias dos teólogos cristãos, e alimentada pelas mentes ainda mais degenradas dos fiéis supersticiosos. Como Prometeu era um homem, um gigante, que por querer livrar a humanidade ingênua e ignorante da soberba dos céus, arriscou-se a trazer a Sabedoria e a Inteligência aos mortais, que mais não precisariam acreditar em tudo, sem o direito de questionar.



Então Zeus teria se irado contra Prometeu, e o acorrentado a uma rocha, na qual teria seu fígado devorado todos os dias por um abutre, e em seguida regenerado para que o tormento se repetisse por todos os dias. Hércules o teria libertado posteriormente. Por vingança, Zeus, o Rei do Céu, ainda teria enviado Pandora, com a caixa que traria todos os males atuais da humanidade. É a Lei do equilíbrio: um benefício corrsponde a um obstáculo, uma oposição, enviada do Céu. Isso me lembra Jesus falando que “viu Satanás (Opositor) caindo do céu como um raio”.

Outra coisa que não é verdade. Se existissem mesmo, Lúcifer e Satanás não seriam a mesma entidade ou força. Não há absolutamente nada na Bíblia que justifique essa crença cristã.Jesus, na primeira versão da Bíblia em latim (séc. IV) também foi chamado de Lúcifer. A passagem é na 2ª carta de Pedro, cap. 1, vers. 19, se referindo a Jesus:

"et habemus firmiorem propheticum sermonem cui bene facitis adtendentes quasi lucernae lucenti in caliginoso loco donec dies inlucescat et lucifer oriatur in cordibus vestris. "


E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da manhã apareça em vossos corações.

É do mito de Prometeu, inserido nas antigas culturas pré-cristãs, que surge a idéia de um rebelado como opositor dos deuses. E o próprio significado do nome de Prometeu já pressupõe seu estado de sabedoria (“Aquele vê adiante”, “Aquele que pensa antes”).

Segundo o mito, sob a autorização de Zeus, Prometeu e seu irmão, Epimeteu, vieram para povoar a terra. Me lembro daquela passagem do Gênesis: “Quando a humanidade começou a ser mais numerosa na terra e foram nascendo mais mulheres, os Filhos de Deus viram que estas eram belas e cada um deles escolheu para sua mulher aquela que mais lhe agradou. [...] Havia então na terra os gigantes (Titãs) e continuaram depois a existir. É que os Filhos de Deus tinham casado com as filhas dos homens e tinham gerado filhos. Foram estes os famosos heróis dos tempos antigos.” (Gn, 6, 1-4).

Uma última questão prende-se com a criação dos seres humanos por Prometeu-Lucífer, apenas aflorada anteriormente. Lúcifer é aqui equiparado ao Demiurgo gnóstico só no sentido em que, não sendo o verdadeiro Deus, é um criador também. Segundo um os Três Livros de Enoque, bisavô de Moisés, (estes livros, não pertencendo ao cânon, foram citados e reconhecidos como inspirados por vários Pais da Igreja), Deus escolhera um grupo de anjos específicos (os quais, posteriormente, cairiam) para auxiliar na construção do Éden. A narrativa descreve como se apaixonaram pelas mulheres e lhes geraram prole, razão pela qual, segundo o autor teriam sido expulsos.

Prometeu, desde o início, elevou os homens à condição de Deus, dando-lhes o saber (do qual o fogo, em última análise, mais não é que, enquanto luz (Iluminismo), uma metáfora), o que incendiu tanto a ira de Zeus. Aqui, vemos, obviamente paralelismos bíblicos, com a Árvore do Conhecimento que Deus proibiu Eva e Adão de comerem. Mas a Serpente-Lúcifer-Prometeu dá a maçã aos homens, trazendo-lhes o conhecimento, o qual, inevitavelmente, traz sofrimento, quer ao tentador, quer aos tentados. É isso que nos diz não só o relato do Génesis, mas também o mito grego, quando, por um lado, Prometeu é agrilhoado no Cáucaso, por outro, Pandora desce à terra com os males do mundo e os liberta, punindo a nossa raça. Uma outra vez, reforça-se a ligação Lúcifer-Prometeu.



Que Oxalá nos abençoe sempre


Saravá  .'.


"Semirombá"
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segunda-feira, 8 de março de 2010

HORUS

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Bem irmãos seguimos com as postagens, ligadas a Oxalá, como disse anteriormente, as postagens falarão de Deuses que tem sua história parecida com a de Jesus Cristo, como acreditamos que Oxalá é uma energia e não um Personagem, temos vários seres que se assemelham com esta energia. Krishna foi um delez e hoje o Deus Hórus, que foi um dos primeiro deuses a ter seu culto descrito.

Hórus (ou Heru-sa-Aset, Her'ur, Hrw, Hr ou Hor-Hekenu) é o deus dos céus, Muito embora sua concepção tenha ocorrido após a morte de Osíris.
Tinha cabeça de falcão e os olhos representavam o sol e a lua. Matou Seth, tanto por vingança pela morte do pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito.
Após derrotar Seth, tornou-se o rei dos vivos no Egito. Perdeu um olho lutando com Seth, que foi substituído por um amuleto de serpente, (que os faraós passaram a usar na frente das coroas), o olho de Hórus, (anteriormente chamado de Olho de Rá, que simbolizava o poder real e foi um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas. Depois da recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth.

O olho que Hórus feriu (o olho esquerdo) é o olho da lua, o outro é o olho do sol. Esta é uma explicação dos egípcios para as fases da lua, que seria o olho ferido de Hórus.
Alguns detalhes do personagem foram alterados ou mesclados com outros personagens ao longo das várias dinastias, seitas e religiões egípcias. Por exemplo, quando Heru (Hórus) se funde com Ra O Deus Sol, ele se torna Ra-Horakhty. O olho de Horus egípcio tornou-se um importante símbolo de poder.
Hórus é segunda pessoa da Trindade egípcia, composta por Osíris, o pai, Hórus, o filho e Ísis, a mãe.
Diversos estudos sugerem que a história de Jesus pode ter sido baseada em várias outras histórias de deuses mais antigos, principalmente, Hórus. Em sua mãos Hórus carrega as chaves da vida da morte e da fertilidade.

Algumas Ambiguidades entre Horus e Jesus:
Nascido da virgem Ísis-Meri em 25 de dezembro numa caverna
Seu pai terreno chamava-se "Seb" ("José").
Ele era descendente de uma linhagem real.
Aos 12 anos de idade foi uma criança que ensinou no templo e, aos 30 foi batizado num rio
Ele realizou milagres, expulsou demônios e ressucitou El-Azarus ( "El-Osíris") dos mortos.
Ele foi crucificado entre dois ladrões, sepultado por três dias em um túmulo e, em seguida ressuscitado.
Ele foi "o Pescador" e era associado com o Peixe ( "Ichthus"), o Cordeiro e o Leão.
Era chamado de "o KRST" ou "Ungido".


Que Oxalá nos abençoe sempre




Saravá  .'.


"Semirombá"
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terça-feira, 2 de março de 2010

KRISHNA

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Pois bem irmãos, chega o mês de março e este mês é inteiro dentro da Quaresma, sendo assim nesta época que é uma amostra do amor de Deus, resolvi postar sobre a "vida" de alguns Messias, isto é, muitas religiões tem como seguidor Deuses com a mesma representação de Jesus Cristo para nós Cristão.

Os egipcíos por exemplo tem o Deus Rá, os hindus Krishna, os gregos tinham Zeus, e tantos e tantos outros. A algumas postagens atrá um irmão comentou que deveia falar sobre Jesus Cristo, assunto que o Blog nunca debateu neste dois anos, respondi que este assunto é complexo e polêmico porém estou juntando material para fazer uma postagem especial sobre "Jesus Cristo". Esta postagem será feita no Domingo de Páscoa.

A primeira postagem sobre esta séie de postagens dos "Oxalás" será sobre o Deus Krishna, segue abaixo um texto.

De acordo com a tradição Hindu, Krishna (कृष्ण em Devanagari) é o oitavo avatar de Vishnu.
É citado no Mahabharata, mais exatamente no Bhagavad Gita, e é considerado, segundo o Movimento Hare Krishna (ISKCON), a Suprema Personalidade (Deus), sendo assim, a origem de todas as encarnações seguintes.
Krishna e as histórias aparecem nas diversas tradições filosóficas e teológicas hindu. Embora, algumas vezes diferentes nos detalhes, ou até mesmo contradizendo as características de uma tradição particular, alguns aspectos básicos são compartilhados por todas elas. Estes incluem uma encarnação divina, uma infância e uma juventude pastoral e a vida como um guerreiro e professor. A imensa popularidade de Krishna fez com que várias religiões não-hindus que se originaram na Índia tivessem as próprias versões dele.
O Mahabharata (Udyogaparva 71.4), analisa a palavra 'Krishna' da seguinte maneira
krishir bhu-vacakah sabdo nas ca nirvriti-vacakah
tayor aikyam param brahma krishna ity abhidhiyate
(Tradução) - A palavra 'krish' é a característica atrativa da existência divina, e 'na' significa 'prazer espiritual.' Quando o verbo 'krish' é adicionado ao 'na', ele se torna 'krishna', que significa Verdade Absoluta.
 De acordo com a maioria dos dicionários, a palavra Krishna significa 'negro' ou 'escuro' em sânscrito. Relaciona-se com palavras parecidas em outros idiomas indo-europeus. Às vezes se traduz como 'O Senhor Escuro' ou 'o de pele escura'. Pode significar também 'Todo atrativo'.
Ele é conhecido por vários outros nomes e títulos e a tradição Gaudiya tem uma lista com 108 nomes.
Krishna era da família real de Mathura - capital de um conjunto de três clãs: Vrishni, Andhaka e Bhoja - e o oitavo filho da princesa Devaki e o marido Vasudeva, um nobre da corte. No dia do casamento, como é de costume na tradição védica, o primo mais velho, Kamsa, ficou encarregado de conduzir Devaki e o esposo até a nova casa do jovem casal.
O rei Kamsa subiu ao trono após mandar prender o próprio pai, Ugrasena (rei da dinastia Bhoja). Kamsa é tido como um grande demônio, que pertencia à classe dos Kshatriyas (guerreiros), mas que, de algum modo, havia se desviado do Dharma universal.
No caminho que conduzia os noivos até a nova casa, Kamsa escutou uma voz que dizia que o oitavo filho de Devaki iria levá-lo à morte. Imediatamente fez menção de matar Devaki, mas Vasudeva implorou pela vida da esposa, prometendo que cada filho que nascesse, seria levado à presença de Kamsa.
Receoso, mandou prender Vasudeva e a esposa no porão do castelo, sendo vigiados dia e noite por guardas. Cada filho do casal que nascia era morto por Kamsa, que mesmo sabendo que a profecia se cumpriria apenas no oitavo filho, não tinha piedade de nenhum e matava a todos.
Kamsa havia sido alertado por Narada Muni que em breve Vishnu nasceria na família de Vasudeva. Soube também, através deste sábio, que em uma encarnação anterior, Kamsa havia sido um demônio chamado Kalanemi que tinha sido morto por Vishnu.
Conta a tradição védica que Kamsa, temendo que Vishnu nascesse em qualquer uma das famílias do reino, mandou matar todos os meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar o cumprimento da profecia.
E foi então que o oitavo filho de Devaki nasceu - Bhagavan Sri Krishna. O local do nascimento é conhecido atualmente como Krishnajanmabhoomi, onde um templo foi erguido em honra, no nosso calendário este dia seria 25 de Dezembro. Como a vida corria risco na prisão, foi tirado da prisão e entregue aos pais adotivos Yashoda e Nanda em Gokula.
Krishna, então um jovem homem, retorna para Mathura, acaba com o governo de Kamsa, e institui o pai, Vasudeva, que havia sido aprisionado por Kamsa, como rei de Yadavas. Em seguida declarou a si mesmo príncipe da corte. Neste período iniciou a amizade com Arjuna e outros príncipes de Pandava do reino de Kuru. Casou-se com Rukmini, filha do rei Bishmaka de Vidarbha. Ele também teve outras sete esposas, incluindo Satyabhama e Jambavati.
Krishna havia se retirado para a floresta e estava em meditação embaixo de uma árvore, quando um caçador, na penumbra da floresta, o confunde com um antílope e o fere na planta do pé. Mesmo ferido de morte, aceita-a com grande serenidade.
No Bhagavad Gita ele diz:
jatasya hi dhruvo mrtyur
dhruvam janma mrtasya ca
tasmad apariharye 'rthe
na tvam socitum arhasiÇ
(Tradução) - Inevitável é a morte para os que nascem; todo o morrer é um nascer – pelo que, não deves entristecer-te por causa do inevitável.

O autor, Kersey Graves (1813-1833), um Quaker de Indiana, comparou as vidas de Yeshua(Jesus) e Krishna. ele encontrou 346 elementos comuns entres os escritos Cristãos e Hindus. Alguns dos eventos selecionados sâo:

Tanto Jesus quando Krishna foram chamados de Deus e de Filho de Deus.
Ambos foram mandados do céu à terra na forma de um homem
Ambos foram chamados de Salvador, e a segunda pessoa da trindade.
Suas mães forma virgens santas, e tinham nomes parecidos: Maria e Maia. Seu pai humano adotivo era um carpinteiro.
Um espírito era seu pai verdadeiro.
Krishna e Jesus tinham ascendencia real.
Ambos foram visitados ao nascer por homens sábios e pastores, guiados por uma estrela
Um anjo avisou que o ditador local planejava matar o bebe e assinou um decreto para seu assassínio. Os pais fugiram. Maria e José ficaram em Muturea; os pais de Krishna ficaram em Madura.
Yeshua e Krishna se retiraram ao deserto quando adultos, e jejuaram.
Ambos foram identificados como "a semente da mulher esmagando a cabeça da serpente."
Jesus foi chamado de "o leão da tribo de Judá." Kishna foi chamado de "o leão da tribo de Saki."
Ambos declararam: "Eu sou a Ressureição."
Ambos diziam sobre si mesmos, que tinham existindo antes de seu nascimento na Terra.
Ambos eram "sem pecado".
Ambos eram deus-homem: considerados tanto como homens, como divinos.
Ambos foram considerados oniscientes, onipotentes, e onipresentes.
Ambo fizeram vários milagres, incluindo a cura de doentes. Um dos primeiros milagres executados por ambos foi a cura de um leproso. Cada um curou "todos os tipos de doenças."
Ambos expulsaram demonios de possessos, e levantaram mortos.
Ambos escolherarm discípulos para divulgar seus ensinamentos.
Ambos eram humildes, e misericordiosos. Ambos foram criticados por se associarem a pecadores.
Ambos encontraram uma mulher pagã num poço.
Ambos celebraram uma última ceita. Ambos perdoaram seus inimigos.
Ambos desceram ao Inferno, e depois ressuscitaram. Muitas pessoa testemunharam suas asce
Em seu livro, Graves declara que tanto Yeshua quanto Krishna foram crucificandos entre dois ladrões, com a idade aproximada de 30 a 36 anos por "mãos perversas." Contudo, isso pode ter sido apenas um desejo do autor. A "descrição ortodoxa comum da morte de Krishna relata que ele foi atingido no pé por uma flecha, debaixo de uma árvore." Mas o autor Jacolliot, referindo-se ao "Bhagavad-Gita e as tradições Brahmanes", diz que o corpo de Krishna "foi suspenso nos galhos de uma árvore por seu assassino, para que ele se tornasse presa dos abutres... (Posteriormente) a forma mortal do Redentor desapareceu.
Que Oxalá nos abençoes sempre


Saravá  .'.


"Semirombá"
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CAMINHO... "Sim, seu caminho é a Umbanda enquanto você valorizar a experiência espiritual com os Orixás, Guias e Mensageiros do Astral que se desdobram em muitas formas para te auxiliar. Seu caminho é e sempre será a Umbanda, enquanto você acender uma vela e sentir que ela fala contigo, enquanto você escutar o som do atabaque e seu corpo aquecer num compasso de vibrações e arrepios, enquanto você sentir o aroma das ervas transmutadas em fumaça ao contato com a brasa incandescente e for acometido da sensação de estar sendo transportado para outro lugar, a Umbanda continuará sendo seu caminho enquanto o brado dos Caboclos te arrepiar, o silêncio dos Pretos Velhos te emocionar, o gracejo dos Baianos te alegrar, a sinceridade dos Exus te curvar, a simpatia das Pomba Giras te atrair e a ciranda dos Erês te relembrar que, apesar dos pesares, o mais importante é não perder a pureza das crianças. Sim, seu lugar é no Templo que frequenta, enquanto os espíritos regentes ainda forem referências de aprendizado, enquanto você sentir saudade ao final de cada gira, enquanto os objetivos espirituais e materiais também forem os seus objetivos, enquanto o sentimento de irmandade não se dissipar facilmente em momentos de atritos e conflitos naturais, enquanto você preservar o respeito e lealdade ao seu Sacerdote ." - Sr. Caboclo Tupinambá

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Léo Del Pezzo, ou Pai Léo das Pedreiras. Médium Umbandista á 19 anos, consagrado Pai Espiritual.Dedica todo seu sacerdócio para levar o entendimento de conhecimentos esotéricos, filosófico e teologicos ,exaltando a "Umbanda", Escritor do livro: "SENZALA - A PRISÃO DA ALMA"